Este modelo saiu de linha e não está mais disponível. Indicamos abaixo a versão atual equivalente — mesmo porte e arquitetura, com os equipamentos do nosso mix vigente.

O APsystems QS1 (também identificado como QS1-BR ou YC1200) foi o microinversor quad mais avançado da APsystems na sua época: uma única caixa no telhado converte a corrente contínua de 4 painéis em corrente alternada 220 V, tratando cada módulo de forma independente. Diferente do inversor central (string), em que os painéis vão em série e uma sombra ou falha derruba a fileira inteira — como a guirlanda de Natal em que uma lâmpada queimada apaga tudo —, o QS1 isola cada painel.
O QS1 entrega 1200 W de saída AC e é MLPE (eletrônica de potência no nível do módulo): são 4 entradas CC com 4 MPPT independentes, um rastreador de máxima potência por painel. Se um módulo está sujo, sombreado ou com defeito, só ele perde rendimento — os outros três seguem no máximo.
A saída do QS1 é monofásica 220 V, apesar das 4 entradas. O trifásico da família é o QT2, também quad, com saída 3~. O QS1 brasileiro é um equipamento de 220 V.
Um microinversor monofásico rotulado 220 V enxerga 220 V entre seus dois terminais CA — e isso acontece nas duas redes brasileiras de 220 V:
Em ambos os casos é o mesmo equipamento, ligado com Terra (F+N+T ou F+F+T). Para rede 127 V, a linha atual tem o DS3-LV.
O QS1 depende de uma ECU (gateway ZigBee) para mandar os dados à nuvem EMA. As três opções da APsystems são compatíveis com ele:
| ECU | Capacidade | Quando usar |
|---|---|---|
| ECU-B | até 16 MPPTs (≈ 4 QS1) | sistemas pequenos; gateway de entrada só-WiFi |
| ECU-R | até 100 microinversores | residencial/comercial comum (mais econômica) |
| ECU-C | até 100 microinversores | zero export / medição de consumo (CT) |
Repare: a ECU-B é o gateway de entrada, com uplink só por WiFi, e comporta até 16 MPPTs — como cada QS1 quad usa 4 MPPTs, dá cerca de 4 QS1 por ECU-B. Para a maioria das instalações a ECU-R é a escolha; suba para a ECU-C quando precisar de limite de exportação (zero export) ou medição de consumo — as duas têm o mesmo teto de 100 micros.
O QS1 foi descontinuado pela APsystems. O sucessor direto na própria linha é o QS1A (1500 W); no catálogo atual, o equivalente para quatro painéis é o APsystems DS3D (2000 W), que aceita os módulos grandes de hoje (até 670 Wp+). Quem já tem QS1 instalado segue operando normalmente — inclusive convivendo com YC600/QS1A na mesma ECU. Como todo gerador conectado à rede, sua instalação exige projeto e homologação na concessionária sob a REN ANEEL 482/2012 e atualizações. Esta página é mantida como referência técnica.
Especificações técnicas oficiais do fabricante. Para informações adicionais — curva IV, coeficientes de temperatura e tolerâncias elétricas detalhadas — consulte o datasheet na Central de Documentação.
Dados elétricos principais em condições STC (25°C, 1000 W/m², AM1.5).
As 6 dúvidas mais comuns sobre este produto — incluindo pagamento, envio, garantia, homologação na concessionária e características técnicas específicas.
Só em 220 V. O QS1 brasileiro é um microinversor monofásico de 220 V e atende as duas redes de 220: monofásica F+N 220 (fase + neutro, comum no Nordeste) e bifásica F+F 220 (duas fases, comum no Sudeste/Sul) — em ambas o micro enxerga 220 V entre seus terminais. Para rede 127 V, a APsystems tem o DS3-LV.
São 4 MPPT independentes de fato, um para cada painel. Este é um caso genuíno de MPPT quádruplo: cada uma das 4 entradas tem o seu rastreador. No QT2, as 4 entradas se agrupam em 2 MPPT. No QS1 cada um dos 4 painéis tem seu próprio rastreador de máxima potência, dando monitoramento e desempenho painel a painel.
Sair de linha **não** cancela a garantia. A linha legada **YC/QS** da APsystems tem **10 anos** de garantia padrão de fábrica — menos que os 15 anos da linha atual DS3/QT2. Como o QS1 já está em uso, a cobertura é **residual**: 10 anos menos o tempo decorrido desde a compra. É automática, não precisa cadastrar para valer — só guarde a **nota fiscal**, que comprova a data de início do prazo.
As três ECUs da APsystems são compatíveis com o QS1 via ZigBee 2,4 GHz. A ECU-R atende até 100 microinversores e é a mais econômica, ideal para a maioria dos casos; a ECU-C também atende 100 e é indicada quando você precisa de zero export ou medição de consumo (CT). A ECU-B é o gateway de entrada, com uplink só por WiFi, e comporta até 16 MPPTs — como cada QS1 usa 4 MPPTs, isso equivale a cerca de 4 QS1 por ECU-B.
Para arranjos de quatro painéis, o equivalente recomendado no catálogo atual é o APsystems DS3D (2000 W), que mantém a ideia de um microinversor para 4 painéis e aceita módulos de alta potência (até 670 Wp+). Na própria APsystems, o sucessor direto de linha do QS1 é o QS1A (1500 W). Lembre que o DS3D usa 2 MPPT (dois painéis por rastreador) contra os 4 MPPT do QS1, mas entrega muito mais potência.
Sim. O QS1 já instalado continua operando normalmente e pode conviver no mesmo sistema com microinversores APsystems YC600 e QS1A, todos comunicando pela mesma ECU. Lembre que o QS1 não tem WiFi integrado — o monitoramento por painel depende de uma ECU (ECU-R, ECU-C ou ECU-B). Como o hardware está descontinuado, para novos projetos ou ampliações recomendamos padronizar pela linha DS3.