Este modelo saiu de linha e não está mais disponível. Indicamos abaixo a versão atual equivalente — mesmo porte e arquitetura, com os equipamentos do nosso mix vigente.

O APsystems YC500 foi descontinuado e substituído pela linha DS3. Esta página é um registro técnico de referência para quem tem o equipamento instalado ou precisa especificar um substituto — o equivalente atual está mais abaixo.
O YC500 — vendido no Brasil nas variantes YC500A e YC500I — é um microinversor grid-tie de geração anterior que liga dois painéis por unidade direto à rede da concessionária. Em vez de empilhar dezenas de módulos em série como um inversor central (onde uma sombra derruba a string inteira), ele converte CC em CA no próprio telhado, módulo a módulo. No Brasil ele foi certificado pelo ("Monofásico 500 W"), atendendo às normas ABNT NBR 16149/16150 e IEC 62116.
O YC500 tem 2 MPPT por unidade — um rastreador independente para cada painel. Na prática: se um módulo é sombreado por uma antena, folhas ou sujeira, o painel vizinho continua no ponto ótimo, sem o efeito gargalo das strings. Toda a tensão CC fica confinada ao par painel–microinversor (operação de 16 a 52 V, máximo 55 V), o que elimina o cabeamento CC de alta tensão correndo pela edificação — e o risco de arco elétrico associado a incêndios em sistemas convencionais.
Um microinversor monofásico rotulado 220 V opera tanto em rede monofásica fase-neutro 220 V (F+N) quanto em rede bifásica fase-fase 220 V (F+F) — em ambos os casos o equipamento "vê" 220 V entre seus dois terminais. No Brasil o YC500 teve SKUs regionais distintos: uma variante 127 V (monofásica F+N) e uma variante 220 V (que cobre F+N 220 e F+F 220), ambas em 60 Hz. A tensão é definida pelo SKU de fabricação: a unidade de 220 V atende 220 V; a de 127 V atende 127 V.
O YC500 é monitorado painel a painel pelo software EMA da APsystems, com a telemetria do inversor trafegando por PLC (comunicação pela rede elétrica) até a unidade de comunicação ECU. A família YC é compatível com os gateways ECU-R, ECU-C e ECU-B. Os números reais de capacidade:
| ECU | Capacidade | Uso |
|---|---|---|
| ECU-R | até 100 microinversores | residencial/comercial, o mais econômico |
| ECU-C | até 100 microinversores | medição CT, zero export, rede mono ou trifásica |
| ECU-B | até 16 MPPTs (≈8 DS3) | gateway de entrada só-WiFi, sistemas pequenos |
A ECU-R e a ECU-C atendem até 100 microinversores cada. O ECU-B do modelo atual gerencia até 16 MPPTs (cerca de 8 microinversores DS3 de 2 MPPT cada) e é um gateway de entrada só-WiFi.
A APsystems aposentou a série YC em favor da plataforma DS3. Para quem queria um microinversor de dois painéis como o YC500, o sucessor direto é o APsystems DS3-H (1050 VA, 2 MPPT, 2 módulos) — um salto dos ~250 W para muito mais potência processada por módulo, com ZigBee criptografado e operação em 220 V e 127 V conforme o boletim técnico. Para 127 V dedicado, há o DS3-LV. Como todo gerador conectado à rede, a instalação segue a regulação de geração distribuída da ANEEL e exige homologação na concessionária, com projeto elétrico e ART.
Especificações técnicas oficiais do fabricante. Para informações adicionais — curva IV, coeficientes de temperatura e tolerâncias elétricas detalhadas — consulte o datasheet na Central de Documentação.
Dados elétricos principais em condições STC (25°C, 1000 W/m², AM1.5).
As 6 dúvidas mais comuns sobre este produto — incluindo pagamento, envio, garantia, homologação na concessionária e características técnicas específicas.
São 2 MPPT por unidade — um rastreador independente para cada um dos dois painéis. É um equívoco comum chamá-lo de microinversor de 1 MPPT; os datasheets oficiais APsystems (BR e global) confirmam textualmente 'individual MPPT for each module'. É essa arquitetura que faz com que um painel sombreado não puxe a geração do outro para baixo.
Não. Um microinversor monofásico rotulado 220 V opera tanto em rede monofásica fase-neutro 220 V (F+N) quanto em rede bifásica fase-fase 220 V (F+F) — em ambos ele vê 220 V entre os terminais. Para 127 V existia o SKU regional 127 V (F+N), um produto de fabricação distinto. A tensão é definida pelo modelo de fabricação: a unidade de 220 V atende 220 V, e a de 127 V atende 127 V. Ambas operam em 60 Hz.
A família YC é compatível com os gateways ECU-R, ECU-C e ECU-B. O ECU-R (o mais econômico, residencial/comercial) e o ECU-C (com medição CT, zero export e suporte a rede mono ou trifásica) suportam até 100 microinversores cada. Já o ECU-B do modelo atual é um gateway de entrada só-WiFi que gerencia até 16 MPPTs, o equivalente a cerca de 8 microinversores DS3 de 2 MPPT, ideal para sistemas pequenos.
Sair de linha **não** cancela a garantia. A linha legada **YC/QS** da APsystems tem **10 anos** de garantia padrão de fábrica — menos que os 15 anos da linha atual DS3/QT2. Como o YC500 já está em uso, a cobertura é **residual**: 10 anos menos o tempo decorrido desde a compra. É automática, não precisa cadastrar para valer — só guarde a **nota fiscal**, que comprova a data de início do prazo.
O sucessor direto é o APsystems DS3-H (1050 VA, 2 MPPT, 2 módulos), que mantém a lógica de um inversor para cada par de painéis, mas processa muito mais potência por módulo e usa comunicação ZigBee criptografada. Pelo boletim técnico brasileiro, o DS3-H opera tanto em 220 V quanto em 127 V. Para sistemas exclusivamente em 127 V há o DS3-LV.
Não no mesmo barramento de monitoramento. O YC500 se comunica por PLC com a ECU, enquanto a linha DS3 usa ZigBee e outra geração de gateway — são plataformas distintas. Um sistema YC500 existente continua operando normalmente; para ampliar, o caminho usual é adicionar um conjunto novo (microinversor DS3 + ECU compatível) ou substituir as unidades pelo equivalente atual.